Aquarelando Ideias: Até que ponto você chega para estar dentro das tendências? (Parte 1 de 2)

Estava dando uma revirada no Blog de uma amiga, a Veri,  e me deparei com o post “2.55 year!” no qual ela fala sobre a febre 2.55 e todas as versões 1.99 que existem.

Fiquei curiosa para saber se eu tinha comentado, pois o post tinha me chamado atenção no meio de mil outros posts realmente excelentes. E de fato eu tinha feito um comentário, esse: “Esse acho que a Chanel em geral ficou meio batida! Todo mundo quer usar algo deles, sem ao menos pensar no peso que isso pode causar!

Uma 2.55 é de fato mais leve que uma Birkin, mas sempre vou achar que tanto carregar uma Chanel quanto uma Hermés é para pessoas mais independentes, que já sabem mais da vida, e que de fato tem, não apenas poder, como mais conhecimento que um mero adolescente idiota que usa só porque a atriz (insira aqui o nome da sua atriz favorita, pois ela provavelmente usa Chanel) usa.”

(Minha musa, Helena Bonham Carter, ao contrário do mercado de Hollywood, como sempre, não usa Chanel! Então coloquei a mulher do Depp pq elas são amigas, e porque eu amo essa foto)

Esse comentário é de 21 de dezembro de 2009, e devo dizer que a minha opinião continua a mesma. Com a pequena mudança que agora TUDO que a Chanel faz vira uma febre em que todo mundo quer usar e consumir desesperadamente.

E a Veri já disse, nesse mesmo post: “Por mais que seja tudo aparentemente ‘igual’ no produto final, o processo de confecção que divide a realidade das duas bolsas, verdadeira e não, faz muita diferença. As outras nunca serão Chanel.” Então eu deixo para você pensar em casa, você quer tanto desesperadamente entrar na “moda” ao ponto de comprar coisas similares somente para entrar em um determinado grupo X ou Y?

(Ps: A pessoa que fez essa sacola é simplismente genial! Conseguiu fazer tudo que eu queria e saiu no meio de uma semana de moda usando! Muito obrigada, você é um gênio!)

Eu particularmente não gosto de tendências, morro de preguiça delas. Não gosto da ideia de pegar uma coisa e levar ao público de maneira a ficar cansativo para o olhar. Acho que o olhar tem que ser agradado, ou seja, tem que estar sempre renovado, sem overdose de nada.

Um céu azul pode ser lindo, durante um dia, não durante 2, 3 meses seguidos sem parar.

Gabrielle criou a moda para mulheres independentes, que pensam por si, pense nisso.

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